Confussões e Confisões

Confussões...Confisões...Confissões...Enfim, Confusões.

Palavras que não saem...




Não sei. Minha vontade mesmo nem é mais de escrever. Se eu dissesse que queria mais falar, que desejaria mais dizer coisas e coisas, mesmo que fossem seu sentido perder, acredito que seria mais válido e até mesmo mais fácil pra crer.

Depois que te encontrei, as palavras fogem e as letras se misturam no papel; e aquele alívio de escrever, já não existe mais. Ele parece ser desnecessário. Você me faz muito bem.

Mas não deixo em nenhum momento, essa idéia ir mais alto. Escrevo, mesmo que poucas linhas. Mesmo que sem graça. Escrevo as poucas coisas que me vem a mente; e incrível, a maior parte delas parece sempre ser sobre você.

Aquelas angústias rotineiras, agora parecem ter me deixado respirar melhor. Ainda existem e tentam me manipular, mas é só sentir você por perto, que tudo entra em metamorfose total e elas, desistem de toda essa coisa inútil e imoral.

Penso às vezes, que estou cego. Cego de amor. E mesmo cego, enxergo você. O tempo todo, todo o tempo. Me deixou completamente sem palavras. E até mesmo dizer que te amo, não faz sentido. Parece pouco. E é.

Um dia, quem sabe escrevendo, eu encontre ou crie a palavra certa, que possa dizer por todos, que sentimento é esse, que nem mesmo me deixa falar, nem mesmo me deixa viver. Mas o que eu vivo com você, ninguém mais pode viver.

Não sei. Ainda assim, não sei se escrevo. Nem sei mais escrever. Prefiro falar. Prefiro te falar. Falar somente, pra você. Só pra você Nina.

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